Os lúdicos retratos com tiras de papéis e tampinhas de Ian Wright

Interessado na ludicidade em que seu trabalho se apresenta, o norte americano (New York) Ian Wright criou uma técnica inusitada de se confeccionar retratos, através do inteligente uso de tiras dos mais variados tipos de papéis, tampinhas das mais variadas espécies e muita cola, ele consegue representar de forma criativa e vanguardista as mais específicas expressões faciais que suas obras destinam-se a ter.

Com obras expostas nos mais singulares centros de arte moderna existentes pelos 4 continentes, Wright é respeitado e sempre citado junto à crítica especializada, dadas as suas intenções tão sóbrias quanto contemporâneas atreladas a sua perspicaz sensibilidade na utilização de um material por muitos considerável como lixo moderno.

De prospecto harmoniosamente colorido, linhas interessantes e ângulos claros, sua obra aos poucos firmou-se como um exemplo para artistas plásticos iniciantes que buscam inspiração em obras alternativas em evidência no cenário artístico, isso de dá não tão somente pelo talento do artista empregado às mesmas, mas também pelo carisma e personalidade agradável inerentes ao norte americano.

Portfólio: mrianwright.co.uk

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11 Respostas to “Os lúdicos retratos com tiras de papéis e tampinhas de Ian Wright”

  1. LISON COSTA Says:

    Saudações!
    AMIGO:
    Confesso que fiquei boquiaberto com tanta criatividade, não conheço muito a matéria, mas adorei o estilo, parecem mosaicos… Uma coletânea repleta de beleza!
    Parabéns por mais um lindo Post!
    Abraços,
    LISON.

    • fala Lison camarada mulleke hehehe

      este papo de mosaico por você mencionado tem tudo a ver com a proposta do cara, peças tão distintas que juntas se completam e formam algo em perfeita harmonia com a proposta ali explícita,,, simplesmente show!
      parabéns pra você por mais um super pertinente comment…
      abrx fortes,
      Bronx

  2. Amo este tipo de trabalho, mosaico, lindo e cheio da paciência do autor. Faço isso, mas não com fotos, o que torna este trabalho ainda mais especial. O colorido, claro faz parte de trabalhos assim, gosto de todas as tuas postagens, mas confesso que esta me encanta. Me lembrou um artista plástico de Salvador na Bhia, o Bel Borba, que faz este trabalho em muros e encostas de Salvador. Legal uma das melhores postagens que você pôde ns apresentar. Outra coisa também muito importante citada acima na postagem foi sobre os artistas plásticos iniciantes, realmente, não posso me considerer uma artista, mas comecei a gostar de arte através do mosaico e de origames, àqueles papéis que dobrados formam belos objetos. Vou parar o meu comentário por aqui, senão vou acabar escrevendo um post em seu blog, através do comentário. rsrsrsrsrs!
    Até a próxima.

    • adoro quando visitantes tão queridos como você identificam-se de forma tão gostosa com meus posts, confesso que os mesmos só se dão de forma prazerosa e interessante pelo fato das artes ali apresentadas serem sempre super bem feitas, dados os inconstestáveis talentos e aptidões dos artistas…
      se quiser escrever um post via comment, hahahaahahah, fica a vontade, encararia o mesmo como um presente ao blog e a minha leitura (!!)
      esta questão dos artistas iniciantes é algo super complicado, se não bastasse toda a questão envolta de ser necessário gosto e talento pra coisa, existem variáveris como a divulgação da arte e incentivos de terceiros, difícil não?!

      hei Dani, se tiver alguma sugestão de artísta pro Esp. Imoral, dá um toque aew que eu pesquiso e de repente podemos apresenta-lo aqui no blog, ok?!

      bjus carinhosos,
      Bronx!

      • Não sei se quero! kkkkkkkkkkkkkk!
        Não sabe nem quem sou eu! E fica aí falando que sou querida, rsrsrsrs!
        Brincadeirinha, migo, vou sim compartilhar com você posts e artistas, rsrsrsrs!
        Deixa só eu sair do hospital, ainda estou internada com um luxo de ter um colega de quarto em poder de um lap top,kkkkkkkkkk. Me add no MSN, se quiser. Muitos beijinhos.

    • Hoje eu estou inspiradíssima para dar pitatos e meter o bedelho.

      Não pode se considerar uma artista, porque Dani?
      Você produz algum material cujo propósito/utilidade é captar uma emoção / expressar uma inspiração e que possui algum tipo de caráter estético envolvido? Alguém (e basta uma única pessoa) frente a esta sua produção teve uma emoção/sentimento/estado de espírito provocado pela obra em si? Se a resposta é sim, você pode se considerar uma artista sim senhora! 🙂

      O que pode ser é que você não possa se considerar um artista renomado, ou que possa viver exclusivamente da arte, ou que tenha a confiança de que pela prática adquirida você possa reproduzir novas emoções em novos trabalhos e despertar essas emoções em um público de larga escala. Aí é o que o Bronx diz na resposta dele, tem muito mais haver com divulgação, incentivo e muita, muita sorte. Mas essas coisas não interferem na definição do artista enquanto tal. Quando muito nos dizem se ele é famoso ou não, e só isso.

      • Oi Dri obrigada pelo pitaquinho. Hoje estou passando por um dos meus momentos legais, vou raspar o cabelo depois de vários pitacos.kkkkkkkk!!!
        Você tem toda razão, querida. Meta o bedelho quando quiser. Visitei teu blog e gostei muito, ví também sua ostagem sobre nosso amigo, Bronx. Ele merece!!!!
        Não vou fazer o mesmo senão ele ficará muito metido! rsrsrsrsrs!

        • “Não vou fazer o mesmo senão ele ficará muito metido! rsrsrsrsrs!”

          hahahahahhaha casquei de rir, obrigadow pelo carinho

          hj a Dri fez seu 1º pitaco (é issu mesmo?! rsrs) oficial aqui no Esp. Imoral, espero muito que em breve seja postado, faltam algum detalhes, mas de essência artística, digamos assim
          burocraticamente dizendo você pode não ser o que eles prezam por artista renomada, porém querida e muito você é, tendo em visto esta característica como fundamental para uma premissa de renome e talz!!

          bjo,
          Bronx

  3. Imagina a paciência do cidadão, a noção de gestalt necessária pros pedaços comporem o todo , o trabalho absurdo de ir montando isso e dando vida a esses retratos…

    Fiquei cansada só de imaginar. Geniais! 🙂

    • oi Dri,

      que surpresa agradável um comentário seu hahahahahaha (to brincando)
      paciência e muita disciplina eu diria, típicas de um artista centrado no fim desejado, até mesmo porquê as variáveis para à se manipular a fins de produzir algo parecido com a proposta do mesmo são inúmeras, não acha?!

      Geniais mesmow!

      A brx fortes,
      Bronx(!)

  4. […] o que está rolando por outras paragens minhas é: Os lúdicos retratos com tiras de papéis e tampinhas de Ian Wright no Espaço Imoral (blog de arte), post do Bronx em 22/6/10 # Calar a boca? Vem calar no Tudo e Nada […]

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