Arquivo para Terra

O close-up fotográfico em animais selvagens de Jonathan Griffiths

Posted in FOTO ENSAIOS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 11/06/2010 by Bronx1985

De proveniência inglesa, país que sequer possui um considerável floresta (em termos de proporção), Jonathan Griffiths nunca escondeu seu amor pela vida selvagem, amor este que fez dele um nômade com um câmera fotográfica em constante passagem pelos mais diferentes, hostis e inóspitos habitats do planeta Terra. Sempre a procura dos mais selvagens, exóticos e ao mesmo tempo magníficos animais, estando muitos deles em extinção, fazendo do trabalho de Griffiths algo de caráter de utilidade pública para com o contexto que o mesmo se encontra inserido.

Atrelado ao mais alto nível tecnológico em questão de equipamento fotográfico, o talento de Griffiths se destaca pelos closes certeiros e cativantes que suas fotografias conotam, dada a exuberância contida na projeção dos animais então fotografados, a necessidade do auxílio de ferramentas como o Photoshop, por exemplo, tornam-se quase nulas, ficando a cargo dos mesmos singelos retoques em luminosidade e/ou foco.

Também em destaque no fotografismo do inglês é a questão do risco iminente que o mesmo se submete para capturar os mais bem dipostos ângulos de animais selvagens, estes sempre em harmonia com seus habitats naturais, fato este que somente agrega valor ao já conceituado fotografismo do inglês.

Portfólio: jonathangriffith.co.uk

Portfólio: jonathangriffith.co.uk

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Aerosmith @ Parque Antártica – SP, 2010

Posted in VIDEOBLOG with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 30/05/2010 by Bronx1985

São Paulo, 29 de maio de 2010, por volta das 21h35, uma enorme bandeira com o logo do Aerosmith cobriu a visão do palco arrancando gritos do público. Com as luzes já apagadas, era possível ver a silhueta magra de Steven Tyler assumindo sua posição. Logo de cara, o quinteto já gastou Eat the Rich, do disco Get a Grip, de 1993. Embora muitos rumores tenham colocado o futuro da banda xeque, principalmente após as notícias de que o grupo sairia em turnê sem Steven Tyler, o vocalista e o guitarrista Joe Perry parecem ter colocado as diferenças de lado ou enganam bem. A famosa dupla divide o microfone sempre que pode e interage a todo o momento como um ritual vivido nestes 40 anos juntos.

Em uma sequência infalível, são tocados os sucessos: Love in a Elevator, Pink, Jaded, Falling in Love, Dream On e Livin on the Edge. A série de hits dá um panorama nestes 40 anos do Aerosmith, prova de que a banda emplacou sucessos em todos os seus lançamentos.

Os atritos entre Tyler e Perry que encheram a mídia também ficam para trás durante o show. Ao ver uma calcinha vermelha jogada no palco, o vocalista não pensou duas vezes. O americano pegou o souvenir e pendurou no microfone do companheiro: “Me ajude a cantar a próxima, Perry”, brincou.

Depois de duas horas de apresentação, o Aerosmith reviveu a maior parte dos clássicos de sua carreira e espantou o frio de seus fãs que lotaram o Palestra Itália. Sobre o futuro da banda, que completa 40 anos depois de um ano instável, o assunto não parece evidente enquanto os cinco dividem o palco.

Site oficial: aerosmith.com Resenha original: terra.com.br/musica

Site oficial: aerosmith.com Resenha original: terra.com.br/musica

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“Dentro Da Floresta”, as esculturas de Jill E. Ryan

Posted in ESCULTURAS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 30/05/2010 by Bronx1985

“Uma pessoa apaixonada, extremamente emotiva e intuitiva.” Estas são as palavras da artista norte americana Jill E. Ryan sobre ela mesma, porém prefiro trata-lá aqui como uma escultora engajada, criativa e dotada de muita sensibilidade e técnica para o manuseio de materiais orgânicos diversos, em destaque a madeira.

Jill E. Ryan especializou-se na arte de inserir, da forma mais harmoniosa e, por vezes, bizarra possível, singulares  esculturas dentro das mais densas florestas existentes no planeta Terra.

Com o singelo propósito único de suprir suas necessidades pessoais artísticas, as esculturas de Jill E. Ryan  proporcionam aos exploradores florestais um experiência única de interação com este meio natural,suas obras tornaram-se capazes de chamar a atenção para as mais variadas problemáticas envoltas da fauna, como, por exemplo, a questão do exercer uma responsabilidade socioambiental por parte das autoridades e sociedades que vivem e dependem das florestas aos seus arredores.

Portfólio: intotheforest.net

Portfólio: intotheforest.net

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Coldplay @ Estádio do Morumbi – SP, 2010

Posted in VIDEOBLOG with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 03/03/2010 by Bronx1985

Com abertura das bandas Vanguart, de Mato Grosso do Sul e da banda britânica Bat For Lashes,  a última apresentação, da banda Coldplay, começou com cerca de 18 minutos de atraso.

A banda Bat for Lashes, ficou no palco por cerca de meia hora, preparando aquele que seria uma dos mais contagiantes espetáculos da semana.

Quando subiram ao palco, muitas pessoas na platéia balançavam bexigas com as cores preta, vermelho e branco, em alusão ao aniversário de Chris Martin, que coincidentemente foi no dia do show em São Paulo, dado este fato, uma homenagem havia sido combinada pela internet por fãs, mas o público que lotou grande parte do estádio do Morumbi também ganhou um presente e tanto. Se nas duas turnês anteriores do Coldplay no Brasil o clima era mais intimista, agora o cenário é outro. Em sua terceira passagem pelo Brasil, com a turnê Viva La Vida, o grupo mostrou que seu espetáculo é devidamente coreografado para fazer jus ao status alcançado por eles nos últimos anos. Os números da banda são cada vez mais superlativos e os fãs, mais numerosos. Se em 2003 e em 2007, os ingleses se apresentaram na intimista casa Via Funchal, em São Paulo, em 2010, o estádio do Morumbi e todo seu gigantismo caiu como uma luva para a nova fase da banda inglesa.

Em Politik, Chris debulhou as teclas do piano e mostrou a real força de seus vocais. Então, aproveitou para emendar um “caco” na letra, que enumera desejos genuínos. “Me deem uma final de Copa do Mundo entre Brasil e Inglaterra”, brincou. Em seguida, uma fantástica chuva de papeis coloridos picados em forma de borboletas deu boas-vindas ao hit Lovers in Japan. Depois, o Coldplay ainda tocou o sucesso Death and All His Friends. Aí sim, eles se despediram do público, agradecendo com o famoso “muito obrigado, galera”.

Mas a galera queria é mais. E começou a entoar o refrão de Viva La Vida na esperança de um bis. Deu certo. E assim, Chris surgia no palco, só com seu piano, para destilar toda sua melancolia com a balada The Scientist. E o coro da plateia corria solto no Morumbi, novamente. Para fechar a noite, agora sim, de vez, Life in Technicolor 2. No final do derradeiro bis, um bando de fogos, só para lembrar da grandiosidade da turnê Viva La Vida: o Coldplay de 2010 é sinônimo de espetáculo -e dos grandes.

Ao contrário do que ocorreu no show do Rio de Janeiro no último domingo, no qual choveu durante todo o espetáculo,o céu estava sem nuvens, para maior delírio da galera que aqui fez com que o Coldplay sentisse já tão em casa, a ponto de esta ser a terceira apresentação da banda em terras paulistanas.

Site Oficial: coldplay.com Fã Clube: coldplaying.com

Resenha origianl: Territporio da Música Terra

Site Oficial: coldplay.com Fã Clube: coldplaying.com

Resenha origianl: Territporio da Música Terra