Arquivo para sentidos

A Fiel Subjetividade dos Retratos de Noah Kalina

Posted in FOTO ENSAIOS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 17/02/2011 by Adriana Almeida

Durante 6 anos (11/1/2000 à 31/7/2006), por todos os dias, Noah Kalina tirou uma foto de si mesmo resultando em um vídeo disponível no Youtube, na série de auto-retratos chamada Everyday. Por esse feito, ele ganhou notoriedade. O projeto, condizente com os tempos modernos tão auto-centrados, foi grandioso e possui vários sentidos subjacentes que fazem jus a fama, como a inexorável passagem do tempo. Entretanto Noah merece o reconhecimento por bem mais que isso: ele é um fotógrafo primoroso, coisa que não é possível atestar, até pela natureza coloquial do projeto, no vídeo Everyday (ver abaixo).

Todas as suas fotografias valem a pena serem conferidas. Projetos como o Internet/sex são únicos e extremamente criativos e suas fotos de cenas, por exemplo, tem um enquadramento e escolhas de objeto no mínimo interessantes, mas destaco aqui seus retratos (portraits). Retratos são complicados: não se trata de fotografar em primeiro plano uma pessoa ou um grupo, pois isso, todo mundo pode fazer e não necessariamente se enquadrar como arte. Retratos precisam fazer o que seu nome indica e retratar com precisão a pessoa fotografada, declarando algo sobre ela de forma única e característica. E as fotografias de Noah fazem isso. É possível conhecer um pouco sobre cada uma das pessoas fotografadas apenas pela escolha do ângulo, local, enquadramento, iluminação, tornando a fotografia de fato relevante como memento e como obra de arte.

Portfólio: noahkalina.com

O projeto Everyday:

Portfólio: noahkalina.com

A Arte Simbólica e Filosófica de Edward Bateman

Posted in FOTO ENSAIOS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 06/08/2010 by Adriana Almeida

Edward Bateman é um artista digital americano, nascido em 1962, e sua arte é um manifesto filosófico. Em sua página, ele diz: “Cada objeto existe em dois mundos. Um deles é o real, que nós conhecemos através de nossos sentidos e outro só existe em nossas mentes. É neste reino mental onde os objetos assumem as propriedades da metáfora e do sentido.”

Essa é uma premissa antiga, que remonta dos filósofos gregos aos pensadores modernos, e reflete a própria arte como um todo. A coexistência do mundo tangível e do mundo das idéias, e a co-dependência dessas duas instâncias, poderia ser a explicação última para o efeito avassalador de uma obra de arte em nossas mentes, como se finalmente as duas realidades tivessem agora uma ponte, por onde podemos percorrer e pudéssemos, enfim, compreender o universo.

Uma chave não é uma chave. É uma ideia. É um símbolo. É um discurso filosófico que abre portas. E assim se repete em todos os objetos que vemos. Eles são seu corpo físico e ao mesmo tempo, a ideia que a eles associamos, criando seu significado, ao mesmo tempo primário e final.

Ao fazer arte 3D, modelando objetos dentro de um computador, Bateman faz quase um meta discurso. Seus objetos não são reais porque são imagens, mas também não são reais porque são a idéia desse objeto, pertencentes ao que Platão chamava de Mundo das ideias. Associando em suas imagens diversos objetos de forma delicada e intrincada, Bateman nos convida a cruzar essa ponte que separa os dois mundos, onde signo e significado finalmente se encontram, nos levando a um sentimento de completude.

Portfólio: xmission.com/capteddy

Portfólio: xmission.com/capteddy

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A pintura corporal subliminar de Emma Hack

Posted in PINTURAS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 11/05/2010 by Bronx1985

A arte corporal sempre foi popular e de dar significado de status juntos as tribos indígenas Os participantes de um ritual… eles têm coloridos seus corpos, geralmente com cores brilhantes, a fim de apoiar uma reunião com os espíritos.

Arte corporal sempre foi muito popular, especialmente no início do século 20; tatuagens, body modifications e também afins fazem menção. Nesses anos, em festas, pode ser visto o corpo pintado de uma mulher sem um único cobertor sobre ela.  No início deste milênio, tornou-se parâmetro na moda. arte corporal é um dos tops de arte, como nestas fotos da artista australiana Emma Hack, que a arte do corpo leva ao topo de metamorfose e transformação.

Emma Hack também aplica-se ao fotografismo e o esculpir, com uma técnica minuciosa de pintura , as formas dos modelos vivos difundem-se em uma notória harmonia com o ali em tinta reproduzido, flores, frutas, animais, cenário paralelos e mensagens subliminares relativas fazem  da sensibilidade dos mais dispostos um deleite aos sentidos. Permita-se também ao óbvio.

Portfólio: emmahackartist.com

Portfólio: emmahackartist.com

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