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As intervenções urbanas de Mark Jenkins

Posted in FOTO ENSAIOS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 08/03/2010 by Bronx1985

Mark Jenkins (nascido em 1970, Fairfax, Virgínia) é um artista americano conhecido por seus trabalhos no estilo Arte Urbana (Intervenção), que consiste basicamente, através de muito bom humor e criatividade, na criação de instalações que venham de desencontro as rotinas do dia a dia moderno das pessoas que habitam as grandes metrópoles, gerando nelas o desconforto e a curiosidade para com aquilo que se deparam.

Jenkins utilza-se dos mais variados materiais possíveis para elaboração das suas instalações, porém, dentre eles destacam-se as roupas utilizadas nos manequins forjados e o plástico utilizado para seus respectivos preenchimentos. Jenkins já teve suas obras publicadas em grandes jornais e revistas como Time Out, The Washington Post e o The Independent, além de menções no livro Hidden Track: How Visual Culture is Going Places .

O artista já esteve no Brasil mostrando seu trabalho em galerias e em ambientes fechados, onde fora altamente elogiado por ensinar o processo de criação de suas instalações através de workshops especialmente organizados para a sua presença.

Portfólio: xmarkjenkinsx.com

Portfólio: xmarkjenkinsx.com

O e-lixão imoral em Gana e vizinhos

Posted in VARIEDADES with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 20/02/2010 by Bronx1985

O subúrbio de Agbogbloshie na capital de Gana, Acra, nos últimos anos tornou-se uma lixeira a céu aberto para os computadores e os resíduos eletrônicos da Europa e os E.U.A.

Centenas de toneladas de sucatas eletrônicas são despejadas em Gana todos os meses, em uma tentativa ocidental dos países considerados desenvolvidos em descarregar seus estoques cada vez maiores de lixo tóxico. São de 20 a 50 milhões de toneladas de produtos eletrônicos descartados a cada ano, onde 70% destes irão acabar em países pobres, e só na União Européia, 6,6 milhões de latas de lixo eletrônico simplesmente desaparecem a cada ano e seus destinos não são revelados ou permanecem como “indefinidos”.

Cada vez mais este e-lixo é encontrado à sua maneira na África Ocidental, em países como Gana, Nigéria e Costa do Marfim. Os comerciantes simplesmente ignoraram as leis internacionais, rotulando o equipamento de bens de segunda mão ou de doações de caridade, mas, na realidade, mais de 80% dos computadores enviados para o Gana estão quebrados ou obsoletos.

Seu lugar de “descanso final” é Agbogbloshie, despejo onde eles são quebrados, principalmente pelas crianças, para salvar o cobre presente nas placas, os discos rígidos e outros componentes que podem ser vendidos.

A alienação de bens eletrônicos no Ocidente é um assunto caro e deve ser feito de uma forma ambientalmente responsável, no entanto, em lugares como o Gana, não há existem tais regulamentações, o que acarreta o desenfreado despejo destes materiais tóxicos, tais como chumbo berílio, causando danos incalculáveis a saúde humana e ao meio ambiente.

Mais sobre os e-lixões africanos em:

RevistaPlaneta.com.brRNW.nlArede.inf.br G1.com

Mais sobre os e-lixões africanos em:

RevistaPlaneta.com.brRNW.nlArede.inf.br G1.com