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A Peculiar Intriga das Esculturas de Mozart Guerra

Posted in ESCULTURAS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 03/05/2011 by Bronx1985

Nascido em Recife , Brasil, em 1962. Mozart Guerra estudou arquitetura na Universidade Federal de Pernambuco e obteve seu diploma em 1986. Ele trabalhou como cenógrafo pra teatro, cinema e televisão no Brasil e paralelamente desenvolveu seu trabalho como escultor.

Mozart vive e trabalha como escultor em Paris desde 1992 e participou de várias exposições individuais e coletivas em salões de arte e galerias no Brasil, França, Canadá, Alemanha, Bélgica, Portugal, Espanha, Luxemburgo e Itália.

Detentor de um estilo tão peculiar quanto intrigante, suas esculturas são representações paralelas de um mundo tão subliminar quanto único de sua criatividade, estas que remetem aos observadores sentimentos como o da autocrítica, curiosidade aguda e em algumas vezes, repulsa.

Portfólio: mozartguerra.com

Portfólio: mozartguerra.com

Megadeath @ Credicard Hall – SP, 2010

Posted in VIDEOBLOG with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 25/04/2010 by Bronx1985

A apresentação do Megadeth em São Paulo neste sábado (24) não decepcionou quem esperava a exceução na íntegra do clássico Rust in Peace, de 1990, mas também contava com outros sucessos de uma das bandas pioneiras do thrash metal americano. O generoso setlist de 21 músicas, maior que os de Recife (20) e Brasília (22), eletrizou os fãs paulistas, que deixaram poucos espaços vazios no Credicard Hall.

A instrumental Dialectic Chaos, do mais recente álbum, Endgame, lançado em 2009, abriu o show, que começou com um pequeno atraso de um pouco mais de cinco minutos (estava previsto para as 22h), e o primeiro bloco de músicas da noite, que contou com This Day We Fight, In My Darkest Hour, Sweating Bullets, e o hit Skin O’My Teeth, cantado em coro pelo público.

Nesse momento, o vocalista e guitarrista Dave Mustaine fez uma parada para cumprimentar os fãs, agradecer a presença de todos e comentar que o fato de não haver banda de abertura em São Paulo possibilitou um setlist maior que o de outros shows no Brasil. Em seguida, o frontman emendou a frase “nós sabemos porque estamos aqui” e iniciou a execução de Rust in Peace.

Outro sucesso que fez a plateia pular e cantar junto foi Symphony of Destruction, de Countdown to Extinction (1992), em que o público encaixava a palavra Megadeth nos trechos de guitarra que intercalam a parte falada da música. Com um “Thank you very much” de Mustaine, o show foi supostamente encerrado.

Cinco minutos depois, às 23h42, o vocalista volta, sem camisa, para o bis e começa a conversar com a plateia, introduzindo outro hit, A Tout Le Monde, gravado originalmente em Youthanasia (1994) e reeditado em United Abominations (2007), com a participação da vocalista italiana Cristina Scabbia (Lacuna Coil). A música foi a mais cantada pelo público do começo ao fim.

Para encerrar a noite de duas horas de heavy metal, pouco após a meia-noite, a banda executou Peace Sells, clássico encontrado em Peace Sells…But Who’s Buying? (1986), e pedido em massa durante o intervalo para o bis.

Site oficial: megadeth.com

Resenha original: terra.com.br/musica

Site oficial: megadeth.com

Resenha original: terra.com.br/musica

Livros - Submarino.com.br

As necessárias esculturas submarinas de Jason de Caires Taylor

Posted in ESCULTURAS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 21/04/2010 by Bronx1985

Jason de Caires Taylor é conhecido no mundo inteiro por ser pioneiro na arte de repovoar o fundo do mar (criação de recifes artificiais) através da introdução  de esculturas de temáticas diversas. Filho de pais ingleses, Taylor graduou-se em 1998 pela de Camberwell College of Arts, University of Arts de Londres, com um BAHonours em Escultura e Cerâmica, além de também ser instrutor de mergulho, naturalista submarino e premiado fotógrafo subaquático com mais de 14 anos de experiência de mergulho em vários países.

Em maio de 2006, ele ganhou reconhecimento internacional pela criação do primeiro parque subaquático de esculturas em Granada, nas Antilhas. Suas esculturas submarinas são projetadas para servirem-se de recifes artificiais para a vida marinha habitar e colonizar.

As obras do inglês se envolvem com a visão das possibilidades de um futuro sustentável, retratando a intervenção humana como positiva e afirmativa. Com base na tradição de imagens figurativas, o objetivo do trabalho de Taylor é tratar com o público visitante a questão crucial da proteção ao meio ambiente subaquático através das fronteiras do mundo da arte. No entanto, fundamental para compreender sua obra é o fato de que ela encarna a esperança e otimismo da natureza regenerativa transformadora.

Portfólio: underwatersculpture.com

Portfólio: underwatersculpture.com