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Os Retratos Cinematográficos de Caroline Andrieu

Posted in PINTURAS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 21/09/2010 by Adriana Almeida

A francesa Caroline Andrieu ostenta, em seu currículo, clientes de peso como a Diesel, a Lancôme e a Vogue francesa, e embora profissionalmente trabalhe com moda,essa ilustradora ficou famosa por sua paixão pelo cinema, de onde tira a inspiração para magníficos retratos de nomes conhecidos da iconografia contemporânea.

As técnicas de escolha são variadas e tradicionais, como o stencil, o nanquim e a aquarela, mas o resultado é revigorante. São fieis reproduções e, ao mesmo tempo, imprimem um olhar novo em cenas dos filmes que povoam nosso imaginário. Vale a pena conferir o seu portfólio para outros exemplos de sua paixão pelo cinema (e música), mas também para conferir seus trabalhos profissionais bem como seu olhar sobre o estilo cotidiano visto nas ruas por onde ela passa.

Portfólio: untitled-07.com

Portfólio: untitled-07.com

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“Water Sound Figures”, um novo paradigma em arte por Linden Gledhill

Posted in FOTO ENSAIOS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 10/07/2010 by Bronx1985

Água em quantidade ensaiada, uns espessos corantes dos mais vivos tons, uma caixa de som, música premeditada em alto e bom volume e uma treinada máquina fotográfica, estes são os ingredientes necessários para a confeção da arte tão única quanto bem humorada do bioalquimista Linden Gledhill. Inovadora em todos os aspectos, as composições artísticas visuais de Gledhill chegam a ser caracterizadas pelos mais dispostos como uma nova vertente em criação de objetos artísticos, dada as interessantes representatividades e expressionismos contidas nas mesmas.

De acordo com as palavras do próprio artista, o mesmo trata-se de uma pessoa apaixonada pelo mundo físico que nos permeia, dadas as suas leis de acontecimentos e possibilidades de reprodução de fatos ensaiados, paixão esta que atrelada às possibilidades do fotografismo, permite o existir de situações subliminarmente complexas e intrínsecamernte relativas ao contemplar dos observadores, como a sua obra, por exemplo.

Portfólio: flickr.com/lindengledhill

Portfólio: flickr.com/lindengledhill

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Desenhando em Metal: as Instalações de Frank Plant

Posted in ESCULTURAS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 05/07/2010 by Adriana Almeida

Frank Plant é um americano que vive em Barcelona. Estudou escultura na Universidade de Artes, na Filadélfia e também estudou um ano no “Studio Art Centers International” em Florença, Itália. Trabalhou por um tempo fazendo cenografia teatro e dança, sem deixar de lado seu trabalho como escultor. Por volta de 1993, ele começou a desenvolver seus desenhos em aço: uma técnica inovadora que Frank passou a dominar. Em 1999 mudou-se para Barcelona, onde vive no momento. Seu trabalho pode ser encontrado em coleções públicas e privadas em toda a Europa e América do Norte.

Usando aço soldado e compondo com objetos do cotidiano, Frank monta peças extremamente objetivas e claras, onde delineia formas tridimensionais que são verdadeiras análises sociológicas, mas de uma forma descompromissada e nada pedante. Em seus trabalhos mais recentes, há também o uso de fotografia e pintura, pedaços de madeira, fontes de luz, motores, sensores, e mesmo a produção de som e música como parte integrante de suas esculturas, montando peças cada vez mais interativas.

Suas instalações são provocativas, engajadas, contemporâneas. Mais do que contar uma história, marcam uma posição. Dizem algo de quem a fez, da época em que foram feitas e de quem possui a peça, numa espécie de cartão de visitas artístico que faz uma declaração sócio-política e diz ao mundo a que veio. Compondo peças por vezes peças divertidas e engraçadas, em outras vezes, complexas críticas sociais, Frank é literalmente um artista de seu tempo que ousa brincar com a modernidade.

Portfólio: hierroglyphic.blogspot.com

Portfólio: hierroglyphic.blogspot.com

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Os bizarros penteados artísticos de Nagi Noda

Posted in ESCULTURAS, FOTO ENSAIOS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 12/06/2010 by Bronx1985

Se não bastasse a competente profissão de diretora de vídeos exercida pela japonesa Nagi Noda, ela ainda arrisca-se, de forma tão criativa quanto peculiar, na arte de criar esculturas capilares. Digo esculturas pelo fato das suas obras finais tratarem-se de verdadeiras peças de arte com formas e representações das mesmas, chegando alguns trabalhos a demorarem um dia inteiro para ficarem prontos, dada toda a singularidade e perspectiva vanguardista presente nos penteados.

Tocantes em sensibilidade e curiosamente fiéis ao que destianm-se a representar (animais, na grande maioria), os penteados esculturas de Noda podem parecer obras de uma talentossísima artista de Photoshop, porém se fazem reais pelo talento da japonesa, talento este atrelado a muita paciência e senso artístico, embora por muitas vezes sejam considerados pelos críticos de arte e até mesmo cabeleireiros como peças únicas e dignas tão e somente de realizações conceituais não tradicionalistas.

Portfólio: naginoda.com

Portfólio: naginoda.com

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Aerosmith @ Parque Antártica – SP, 2010

Posted in VIDEOBLOG with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 30/05/2010 by Bronx1985

São Paulo, 29 de maio de 2010, por volta das 21h35, uma enorme bandeira com o logo do Aerosmith cobriu a visão do palco arrancando gritos do público. Com as luzes já apagadas, era possível ver a silhueta magra de Steven Tyler assumindo sua posição. Logo de cara, o quinteto já gastou Eat the Rich, do disco Get a Grip, de 1993. Embora muitos rumores tenham colocado o futuro da banda xeque, principalmente após as notícias de que o grupo sairia em turnê sem Steven Tyler, o vocalista e o guitarrista Joe Perry parecem ter colocado as diferenças de lado ou enganam bem. A famosa dupla divide o microfone sempre que pode e interage a todo o momento como um ritual vivido nestes 40 anos juntos.

Em uma sequência infalível, são tocados os sucessos: Love in a Elevator, Pink, Jaded, Falling in Love, Dream On e Livin on the Edge. A série de hits dá um panorama nestes 40 anos do Aerosmith, prova de que a banda emplacou sucessos em todos os seus lançamentos.

Os atritos entre Tyler e Perry que encheram a mídia também ficam para trás durante o show. Ao ver uma calcinha vermelha jogada no palco, o vocalista não pensou duas vezes. O americano pegou o souvenir e pendurou no microfone do companheiro: “Me ajude a cantar a próxima, Perry”, brincou.

Depois de duas horas de apresentação, o Aerosmith reviveu a maior parte dos clássicos de sua carreira e espantou o frio de seus fãs que lotaram o Palestra Itália. Sobre o futuro da banda, que completa 40 anos depois de um ano instável, o assunto não parece evidente enquanto os cinco dividem o palco.

Site oficial: aerosmith.com Resenha original: terra.com.br/musica

Site oficial: aerosmith.com Resenha original: terra.com.br/musica

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Manowar @ Credicard Hall, SP – 2010

Posted in VIDEOBLOG with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 10/05/2010 by Bronx1985

Além da tradicional maré de camisetas pretas que invadiu o Credicard Hall, em São Paulo, nesta sexta-feira (7/05), a noite regada de metal do Manowar ganhou alguns extras para empolgar o público, cerca de 6,3 mil. Fora os intermináveis banhos de cerveja, air guitars e chicoteadas com os cabelos dos headbangers, o grupo ainda levou ao palco um grupo de quatro garotas que se despiram para o deleite dos fãs e um sortudo que tocou guitarra junto com a banda.

Abrindo com Hand of Doom, o quarteto não fez cerimônia e já atacou com uma sequência de canções pesadas: Call To Arms e Die With Honor. Em um intervalo mais “místico”, Swords In The Wind fez uma pausa para todos os metaleiros erguerem seus celuares e cantarem em uníssono com Eric Adams.

a banda seguiu apostando em suas canções metaleiras, mas sempre priorizando canções da atual turnê, baseada nos discos God of War, de 2007, e no EP Thunder In The Sky, de 2009. A ausência de alguns clássicos como Battle Hymn, Blow Your Speakers e Carry On deixou nitidamente alguns fãs fervorosos exaltados que deixaram o show mais cedo. Mas nada que atrapalhasse o show.

De Gods of War, o grupo tocou canções como King of Kings, Loki God of Fire e Sons of Odin. A escolha por priorizar músicas novas causou até uma movimentação em redes sociais e blogs na internet. Muitos fãs criticaram a opção do Manowar e chegaram a desencorajar os seguidores que planejam conferir os shows do Rio de Janeiro (8/05) e Belo Horizonte (9/05). Cada um na sua.

Site Oficial: manowar.com

Resenha origianl: terra.com.br/musica

Site Oficial: manowar.com

Resenha origianl: terra.com.br/musica

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P.O.D. @ Via Funchal – SP, 2010

Posted in VIDEOBLOG with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 26/03/2010 by Bronx1985

O som é pesado. Para quem não conhece as letras das músicas da banda californiana P.O.D, ela facilmente poderia ser confundida com mais um desses grupos de metal, que se esgoelam em solos guturais e demoníacos. Mas não. Eles são cristãos e fazem parte de um nicho que não para de crescer: o do metal cristão. O grupo se apresenta hoje, às 22h, no Via Funchal, pouco mais de um ano depois da última apresentação no País, na igreja Bola de Neve.

A banda de abertura, Skin Culture, fez o que muitas bandas de abertura não conseguem fazer: animar o público. Não que os presentes soubessem cantar as músicas, mas as cabeças balançando de um lado para o outro mostravam que o grupo estava cumprindo seu papel.

Por volta das 23h05, o P.O.D. chegou ao palco. Vestindo um pano que cobria o rosto, Sonny soltou as primeiras palavras fazendo a contagem regressiva com números em português antes de iniciar o show com Boom. Empolgado como o público, logo de cara ele se pendurou na grade e colocou o microfone para os fãs – cena que se repetiu diversas vezes durante o show.

Sucesso do grupo até hoje, Youth Of The Nation foi cantada em coro pelos cerca de 2000 fãs que estavam presentes na Via Funchal. Enquanto vestia uma camisa por cima da roupa que já estava usando, o vocalista Sonny deixou o microfone nas mãos de fãs – um homem e uma mulher – por duas vezes na música.

A banda fechou o show após quase 1h30 com um cover da principal referência mundial entre da mistura entre rap e rock. Em Bombtrack, do Rage Against The Machine, o grupo californiano completou a noite, agradecendo os fiéis fãs que vieram novamente para ver a banda, que não deve tardar a dar as caras novamente – a julgar pelo amor dito às terras brasileiras.

Site Oficial: payableondeath.com

Resenha original: terra.com.br/musica

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Resenha original: terra.com.br/musica