Arquivo para livro

Escavando o Próprio Caminho II – Flávio Augusto Ribeiro

Posted in PINTURAS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 14/02/2011 by Adriana Almeida

Continuando a série destacando o trabalho de ilustradores nacionais pouco conhecidos, seguimos com Flávio Augusto Ribeiro.

O mineiro de Juiz de Fora, Flávio tem um talento que impressiona. Anos atrás, acompanhei seu trabalho para uma série de livros chamada Crônicas da Sétima Lua, e elas me tiraram o fôlego. Não só eram excepcionalmente lindas, como reproduziam com perfeição a idéia central do livro. No decorrer de alguns anos em que acompanhei seu trabalho para esse e outros livros, foram dezenas de ilustrações, todas acertando exatamente no ponto central.

Seu talento para as imagens relacionadas à literatura fantástica é incontestável, e torna a fantasia em realidade. Mas ele é extremamente eclético. Trabalhando mais recentemente para a revista infantil Recreio, é possível ver em seu portfólio imagens totalmente diferentes dessas que selecionei, e ainda assim, perfeitas na adequação ao conteúdo que retratam, além de ser possível ver em seu blog várias imagens em diferentes estágios de finalização, acompanhando seu processo de produção.

Porfólio: norwoodfisher.blogspot.com

Porfólio: norwoodfisher.blogspot.com

O Reinventar e Reuso na Arte dos Livros Antigos de Cara Barer

Posted in ESCULTURAS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 12/01/2011 by Bronx1985

Até que ponto um livro velho pode ser considerado um objeto obsoleto ao tempo de não o mais utilizarmos como função principal de transmitir-nos informações quaisquer?

Cara Barer, através da indagação acima feita, chegou a conclusão que um livro, após ser considerado como não mais necessário para o meio, deve sim ser reaproveitado de outras formas àquela que fora originalmente criado, a partir daí, a artista plástica norte americana oriunda de São Francisco, cria as mais diferentes e, por assim dizer, interessantes esculturas de livros velhos não mais utilizados.

Através de uma técnica singular de imersão dos livros a serem utilizados em suas esculturas em uma banheira com água por algumas horas, Carla vai remoldando-os a sua vontade e posteriormente pintando-os conforme suas intenções, tudo de modo a criar estas espetaculares esculturas como vemos aqui em exposição.

Portfólio: carabarer.com

Portfólio: carabarer.com

O Projeto Étnico de Erik Hiweege

Posted in FOTO ENSAIOS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 10/10/2010 by Adriana Almeida

Por 12 anos, Erik Hiweege trabalhou na área de marketing em agências de propaganda como a  Ogilvy&Mather, BK&P e DMB&B, mas desde 1988 ele decidiu abraçar sua verdadeira paixão, a fotografia, onde foi extremamente bem sucedido, sendo bastante requisitado por clientes de peso e ganhando diversos prêmios Pani e AOP entre vários outros.

As fotos abaixo fazem parte da série pessoal Noir, que deu origem a um livro e um DVD, e são um sensível tributo ao continente africano. Em cada vila visitada, Erik montava um bem equipado estúdio fotográfico e as fotos eram tiradas contra um fundo negro, de forma a enfatizar a riqueza da cultura negra. O resultado é uma amálgama de contrastes sutis de incrível beleza e delicadeza, humanizando e revelando, escondendo e provocando.

Portfólio: hijweege.com

Portfólio: hijweege.com

A Arte Conceitual de Dave Mckean

Posted in FOTO ENSAIOS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 30/07/2010 by Adriana Almeida

Dave McKean (nascido em 29 de dezembro de 1963 em Maidenhead, Inglaterra) é um cultuado ilustrador inglês que tem em seu currículo incursões também na música (pianista de Jazz e fundador da Feral Records) e no cinema (diretor de MirrorMask em 2005 e a arte conceitual de Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban, por exemplo). 

No Brasil, Dave McKean é conhecido em especial pelas belíssimas capas conceituais das graphic novels Sandman, de Neil Gaiman. Mas além de várias outras HQs ilustradas por Dave, ele também assina várias capas de CD e de livros além de ter publicado diversos livros de ilustração contando suas viagens iconograficamente e livros infantis em parceria com seu amigo Neil Gaiman. 

Sua carreira se iniciou em 1987, depois de ter tentado sem sucesso trabalho como ilustrador no mercado nova iorquino no ano anterior. Nesse momento se estabeleceu uma parceria bem sucedida e duradoura com Neil Gaiman, tendo como trabalho de estréia a capa da Graphic Novel Violent Cases. 

Misturando em perfeita harmonia técnicas variadas como desenho, pintura, fotografia, colagem  digital e escultura, sua arte é totalmente conceitual, simbólica e mítica. Os diversos elementos que compõe a imagem final, possuem em si sentido e funcionam quase como pistas para compreender mensagens ocultas e significados escondidos em suas obras… 

Portfólio: mckean-art.co.uk/ 

Portfólio: mckean-art.co.uk/ 

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As ilustrações atemporais de Camila do Rosário

Posted in FOTO ENSAIOS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 07/05/2010 by Bronx1985

Camila do Rosário, brasileira de vinte e poucos anos, mora na cidade de Florianópolis, onde estuda Moda no Centro de Artes da UDESC.

Dentre muitas outras, do rosário tem como atividade isolar-se voluntariamente entre papéis, canetas, fotografias e livros. Começou ilustrando camisetas e hoje vem experimentando a arte digital. Desenha os personagens e detalhes da vida cotidiana, interpretados segundo sua visão, permutando o real ao surreal. Além de ilustração, do Rosário já também trabalhou com produção de fotografia, experiência esta que nota-se inserida em suas atemporais ilustrações, marcadas, dentre muitas outras características, pela essência nostálgica que seus traços revelam do passado atrelada a perspectiva futurista que suas cores transmitem aos mais dispostos e/ou sensíveis.

Destaque nas ilustrações da brasileira são as transpostas relações sociais ali contidas, de modo à expor a rotina do cidadão comum brasileiro, suas tendências e costumes de forma sutil e delicada, valorizando esta cultura tão rica em detalhes e singularidades, pouco difundida dentre os países considerados pela aristocracia como desenvolvidos.

Portfólio: flickr.com/photos/camiladorosario

 Portfólio: flickr.com/photos/camiladorosario

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