Arquivo para Filadélfia

A Estética Bizarra das Esculturas de Joseph Barbaccia

Posted in ESCULTURAS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 05/01/2011 by Bronx1985

Idealizado pela artista plástico norte americano Joseph Barbaccia, oriundo da Filadélfia e sob intitulação original “Integration Series”, as esculturas de Barbaccia traduzem para os sentidos visuais o que há de mais harmônico entre o bizarro e contemporâneo.

Através do uso dos mais diferenciados materiais e objetos, o norte americano revela toda a ímpar criatividade e imaginação através de objetos artísticos muitas vezes dotados de explícitas referências sexuais, estando os mesmos mergulhados em um universo único de mensagens tão diretas quanto indiretas e, por assim dizer, muitas vezes subliminares.

Traçando um interessante paralelo entre o diferente e o estranho, as esculturas do artista plástico Joseph Barbaccia são o que consideramos de arte chocante, que confronta valores e derruba paradigmas, sempre dispostas a despertarem nos contempladores sentimentos como o da curiosidade e da quebra de rotinas e hábitos corriqueiros.

Portfólio: paradisestudio.com

Portfólio: paradisestudio.com



“Uma Carta de Amor pra Você” Os Grafites de Stephen Powers

Posted in PINTURAS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 08/08/2010 by Bronx1985

Amor, afetividade e relação de amizade, estes são os sentimento aflorados pela contemplação dos grafites do artista de rua norte americano Stephen Powers, espalhados pelos mais diferentes lugares da Filadélfia, cada obra de Powers transmite da mais singela e sincera forma as expressões mais comuns encontradas nas bocas das pessoas, porém que dificilmente são encontradas em seus atos, como por exemplo o real sentido de uma amizade sincera, o amor independente das diferenças e o exercer da empatia sem o auxílio do cinismo.

Através de uma técnica interessante de expressão em traços relacionados às mensagens transpostas, Powers utiliza-se das mais diferentes e alegres cores, estas que de modo harmonioso completam todo o contexto da sua arte e reforçam o real sentido das mesmas, que é justamente toda a questão envolta de uma relação social mais saudável e promissora entre os habitantes dos grandes centros metropolitanos de hoje, tudo também graças ao apoio do City of Philadelphia Mural Arts Program e patrocínio do Pew Center for Arts & Heritage

Portfólio: aloveletterforyou.com

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Desenhando em Metal: as Instalações de Frank Plant

Posted in ESCULTURAS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 05/07/2010 by Adriana Almeida

Frank Plant é um americano que vive em Barcelona. Estudou escultura na Universidade de Artes, na Filadélfia e também estudou um ano no “Studio Art Centers International” em Florença, Itália. Trabalhou por um tempo fazendo cenografia teatro e dança, sem deixar de lado seu trabalho como escultor. Por volta de 1993, ele começou a desenvolver seus desenhos em aço: uma técnica inovadora que Frank passou a dominar. Em 1999 mudou-se para Barcelona, onde vive no momento. Seu trabalho pode ser encontrado em coleções públicas e privadas em toda a Europa e América do Norte.

Usando aço soldado e compondo com objetos do cotidiano, Frank monta peças extremamente objetivas e claras, onde delineia formas tridimensionais que são verdadeiras análises sociológicas, mas de uma forma descompromissada e nada pedante. Em seus trabalhos mais recentes, há também o uso de fotografia e pintura, pedaços de madeira, fontes de luz, motores, sensores, e mesmo a produção de som e música como parte integrante de suas esculturas, montando peças cada vez mais interativas.

Suas instalações são provocativas, engajadas, contemporâneas. Mais do que contar uma história, marcam uma posição. Dizem algo de quem a fez, da época em que foram feitas e de quem possui a peça, numa espécie de cartão de visitas artístico que faz uma declaração sócio-política e diz ao mundo a que veio. Compondo peças por vezes peças divertidas e engraçadas, em outras vezes, complexas críticas sociais, Frank é literalmente um artista de seu tempo que ousa brincar com a modernidade.

Portfólio: hierroglyphic.blogspot.com

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As incríveis e confusas instalações de Michael Lee Hong Hwee

Posted in FOTO ENSAIOS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 18/04/2010 by Bronx1985

Filadélfia, Londres, São Paulo, Hong Kong, Nagoya, Pequim, Bangock e Singapura são alguns dos lugares que já tiveram seus trabalhos expostos, preocupado com as relações entre desejo e espaço, Michael Lee Hong Hwee é particularmente intrigado pela forma como as aspirações humanas podem refletir, inspirar e interagir com o ambiente arquitetônico, uma intriga que tem vindo a explorar através de diversos meios, incluindo desenho, pintura, fotografia, escultura, instalação, vídeo e texto.

Nascido em Singapura, Lee, além de artista plástico, é escritor e curador de arte independente, suas instalações remetem a uma intrigante confusão que pode ser a vida nos grandes centros metropolitanos, instalações estas sempre projetadas e instauradas com o propósito maior de ir de desencontro a capacidade dos observadores de entenderem de primeira vista sobre a que as mesmas remetem.

Portfólio: michaelleehwee.com

Portfólio: michaelleehwee.com

A arte com fita adesiva de Mark Khaisman

Posted in FOTO ENSAIOS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 18/02/2010 by Bronx1985

Idealizado pelo artista ucraniano Mark Khaisman, de 51 anos, através de uma técnica de sobreposição de fita adesiva e, depois, aplicando-as sobre um painel iluminado, ele recria os efeitos de luz e sombra de cada cena, onde se notam a riqueza e nitidez de detalhes, só conseguidos desta forma apresentada pelo artista em conseqüência das propriedades estéticas das fitas adesivas por ele utilizadas.

Khaisman, que é radicado na Filadélfia (EUA), chega a usar até cem metros de fita e passa em média uma semana para realizar cada quadro, que  pode chegar a custar até US$ 10 mil cada, pondendo o mesmo ser adquirido pelo site do artista ou em uma de suas exposições, que se encontram em permanente transição entre os centros de arte contemporânea espalhados pelo mundo.

Portfólio: khaismanstudio.com

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