Arquivo para elementos

Escavando o Próprio Caminho III – Licínio Souza

Posted in PINTURAS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 12/03/2011 by Adriana Almeida

Prosseguindo com os ilustradores que estão batalhando por seu espaço, Licínio Souza faz de tudo um pouco: arte digital, tradicional, conceitual, design, webdesign e escultura. Suas imagens são de grande impacto visual. Em especial as paisagens, amplas e repletas de detalhes nos evocando a sensação de nos sentirmos pequenos frente ao retratado. O uso de tons escuros e muitas sombras, aumentam essa sensação.

Embora muitas de suas peças possuam elementos figurativos, há um “que” de conceitual mesmo em suas ilustrações de personagens, parecendo ser esse o seu aspecto artístico mais marcante, que se sobressai dos demais elementos, numa clara priorização das idéias. Mas como há uma junção de elementos, seus trabalhos são como híbridos, nem muito ‘modernosos’, nem muito tradicionais, o que constitui quase uma assinatura pessoal tornando suas peças reconhecíveis a primeira vista.

Portfólio:artlicinio.blogspot.com & liciniosouza.deviantart.com

Portfólio:artlicinio.blogspot.com & liciniosouza.deviantart.com

O Tradicional Revisitado de Tom French

Posted in PINTURAS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 23/11/2010 by Adriana Almeida

O desenhista inglês Tom French, graduado com honras pelo Sheffield Institute of Art and Design, tem um trabalho que é essencialmente figurativo onde combina detalhes do foto-realismo com eventuais elementos abstratos e surrealistas.

O resultado são belíssimos desenhos, em especial de figuras femininas, que transitam entre a observação consciente e inconsciente, em imagens que possuem vida e movimento e carregam um forte apelo urbano e contemporâneo. E Tom não é propriamente inovador em sua técnica, que alias, é bastante tradicional: centrada no uso de carvão vegetal. Entretanto, o resultado final é revigorante e atual, além do apelo estético inegável.

Portfólio: flickr.com/le-vol & tomfrenchart.wordpress.com

Portfólio: flickr.com/le-vol & tomfrenchart.wordpress.com

Ali Jabbar e o Minimalismo a Toda Prova

Posted in PINTURAS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 04/11/2010 by Adriana Almeida

Ali Jabbar é um fotógrafo dos Emirados Árabes. Ele também é conhecido por suas incursões na tipografia e no design de marcas, revelando seus múltiplos talentos. Mas seu trabalho de mais destaque é uma série chamada “Public Figures” onde em uma minimalismo levado ao extremo, ele reduz figuras públicas conhecidas aos seus elementos mais essenciais, tornando-os ao mesmo tempo, indistintos e absolutamente reconhecíveis.

A simplicidade do trabalho é seu elemento mais rebuscado: o que faz alguém conhecido? Como se distingue uma marca em meio a tantos elementos? Nós somos reduzíveis a uma marca? Aparentemente sim. Exceto se tivermos vivido em uma caverna por toda a nossa vida, é praticamente impossível bater os olhos nas imagens abaixo e não reconhecer de quem se trata. Mas um olhada mais a fundo nas imagens, revela que os elementos ali presentes poderiam pertencer a qualquer um, mas ao mesmo tempo, são tão característicos daquelas celebridades, que se tornam sua marca.

Portfólio: behance.net/Alijabbar

Portfólio: behance.net/Alijabbar

O Retrô Onírico de Eric White

Posted in PINTURAS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 04/10/2010 by Adriana Almeida

Eric White nasceu em Michigan (EUA) e hoje vive e trabalha em Nova York, mas seu trabalho cruzou as fronteiras e está exposto por todo o mundo. O trabalho de White pode ser visto em incontáveis galerias, incluindo uma conceituada exibição solo no Earl McGrath Gallery em fevereiro 2004,que lhe abriu portas para diversas outras exposições em museus e galerias famosas fora do solo americano.

Dizer que o trabalho de Eric cruzou fronteiras, é quase um trocadilho, pois ver sua obra é quase uma experiência de assistir episódios de Além da Imaginação… é um cruzar fronteiras de realidades, dimensões e épocas.

O foco principal é uma Hollywood dos anos 40, com um “quê” Noir de detetives, por si só bastante apelativa ao imaginário. A técnica é a de emular alterações de foco e exposições fotográficas múltiplas, sobrepondo imagens onde conscientemente elas não deveriam estar, mas no plano do inconsciente, é justamente o local onde elas pertencem. O resultado é algo que ultrapassa o conceito do surreal, lembrando mais a experiência de sonhar, onde elementos desconexos se juntam e trazem um novo sentido para as experiências cotidianas. Trata-se daquelas obras que não são para ser descritas, e sim vistas, e sobretudo, sentidas.

Portfólio: ewhite.com

Portfólio: ewhite.com

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