Arquivo para catástrofe

Love Is In The Air: A Arte em Vinil de Carlos Aire

Posted in ESCULTURAS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 25/09/2010 by Adriana Almeida

O espanhol Carlos Aires que hoje divide seu tempo entre a Espanha e a Bélgica e é mais conhecido por seu trabalho como fotógrafo, resgata a mídia de um tempo, para alguns remoto, para outros, bem recente, e faz arte com os discos de vinil que foram aposentados pela era do CD.

O projeto foi batizado como “Love is in the air”, em uma referência a um disco de John Paul Young, de 1977, que foi hit, e hoje é quase um ícone da época. Os discos são milimetricamente cortados com laser sob a forma de silhuetas, o que já seria interessante por si só, dada a perfeição do corte e o aspecto divertido do resultado. Mas em adição, as formas escolhidas estão intimamente ligadas ao título ou conteúdo do disco usado como matéria prima, brincando com conceitos e idéias da época vistas sob o prisma dos dias atuais, de uma forma extremamente bem humorada e crítica. O disco “Touch Me”, por exemplo, se vê transformado em um homem musculoso, e assim sucessivamente.

Como um extra no interesse desse trabalho de Carlos, que é conhecido pelo seu gosto por uma polêmica, boa parte das silhuetas foram cortadas segundo um curioso critério: em uma busca no google com as palavras “Pornografia” e “Catástrofe”, ele selecionou fotografias aleatórias que iriam dar forma ao disco de vinil, relacionando-as com o título do álbum. Um complexo trabalho de associação, com uma mensagem subliminar pra lá de controversa.

Portfólio: carlosaires.com

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24 anos da tragédia nuclear em Chernobyl

Posted in VARIEDADES with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 26/04/2010 by Bronx1985

Hoje completam-se 24 anos da tragédia nuclear ocorrida na cidade de Chernobyl.

Chernobyl (em ucraniano Чорнобиль) é uma cidade ao norte da Ucrânia, perto da fronteira com a Bielorrússia. O nome da localidade significa “grama negra”. Em meados da década de 70, foi construída pela União Soviética uma central nuclear a vinte quilômetros da cidade de Chernobyl.

Ironicamente, o acidente se deu durante o teste de um mecanismo de segurança que garantiria a produção de energia em caso de acidentes. A explosão ocorreu quando o sistema era testado em um dos blocos da usina, devido à instabilidade do reator provocada por uma combinação de erros humanos na sua operação e sua construção estar incompleta à época.

No início da madrugada do dia 26, aproveitando um desligamento de rotina, procederam-se à realização de alguns testes para observar o funcionamento do reator a baixa energia. Os técnicos encarregados desses testes não seguiram as normas de segurança e pelo fato do moderador de nêutrons ser à base de grafite (limitado), o reator poderia apresentar instabilidade num curto período de tempo, o que acabou por acontecer.

Explode o reator. As pessoas foram alertadas 30 horas depois do acidente, até então, tudo havia sido mantido em segredo, uma imensa nuvem radioativa se espalhava contaminando pessoas, animais e o meio ambiente de uma vasta extensão da Europa, chegando até mesmo serem identificados níveis de radiação nos Estados Unidos.

Após, uma espécie de “caixão” de betão, aço e chumbo foi construído sobre o reator que explodiu a fim de isolar o material radioativo que ali se concentra. O combustível nuclear chega a 200 toneladas do núcleo do reator e uma espécie de magma radioativo. O acidente fez com que fosse questionado o uso da energia nuclear. Em alguns países reduziram-se e outros quase extinguiram os seus projetos.

Apenas 5 trabalhadores da usina sobreviveram ao acidente, sendo que alguns estão vivos até hoje (data do post!). O acidente de Chernobyl teve 100 vezes mais radiação do que a bomba atômica de Hiroshima no Japão, após a Segunda Guerra Mundial ainda em detrimento aos países do Eixo (SS).

O foto ensaio abaixo apresentado fora clicado em 2010 pelo fotógrafo russo Aleksey Yaroshevsky, afiliado agência RT Photo que mostra-nos uma Chernobyl ainda colhendo os frutos do acidente nuclear; trajes específicos anti radiação foram necessários para a excursão do fotógrafo, à 24 anos toda a região encontra-se abandonada, dados os níveis de radiação que ainda apresentam-se em toda area e que impedirão sua reabitação por um bom tempo.

Mais sobre o assunto em:

wikipédia.org/chernobyl –   brasilescola.com.br/chernobyl

Perfil comercial Aleksey Yaroshevsky

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Perfil comercial Aleksey Yaroshevsky

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Os acidentes do Rally Paris Dakar 2010

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Pela 2ª vez consecutiva acontecido na América do Sul (2009 e 2010 segmentos Argentina à Chile), o Rally Paris Dakar é considerado o maior expoente do esporte de corrida em terrenos acidentados do mundo. São mais de 100 equipes que, divididas em caminhões, SUVs,  motos e quadriciclos cruzam os mais perigosos e sinuosos trechos da corrida em um intervalo de 16 dias, que vão desde terrenos acidentados sobre cascalho e rios, a infindáveis e quentes dunas de areia e montanhas de pedras nos desertos, trechos estes que escondem os mais variados tipos de armadilhas da natureza.

Famoso pelos sempre constantes acidentes e por ocasionais mortes de pilotos mais inexperientes, o Rally desde ano, que chegou a sua etapa final agora em 16 de janeiro que teve como vencedor a equipe Volkswagen, registrou um número recorde de acidentes, foram muitos os veículos irreconhecíveis, dados os capotamentos.

Registrou-se também a morte de uma turista que assistia ao evento e fora atropelada pelo carro de um competidor que fatalmente perdeu o controle e também ainda registrou-se a queda de um helicóptero da imprensa que fazia a cobertura do evento, dado o infindável calor e consequente superaquecimento da máquina.

Reuni neste post algumas fotos dos acidentes acima relatados, tomei a liberdade de não postar as fotos consideradas apelativas, dado o alto teor de carnificina humana que as mesmas continham e o vídeo oficial de campanha do evento em 2010.

Site oficial: dakar.com

Site oficial: dakar.com