Arquivo para Africa

A Incrível Street Art de Chip Thomas

Posted in FOTO ENSAIOS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 04/07/2011 by Bronx1985

Dinâmica por representação, crítica por essência e criativa por emprego, assim caracteriza-se a street art do artista plástico, fotógrafo e médico norte americano Chip Thomas, que agora reside e propaga suas colagens em Navajo, no continente africano.

Através da técnica de colagem estilo wheatpaste, Chip Thomas recria e difundi suas próprias fotografias nas paredes e muros dos mais inusitados e diferentes lugares, tudo em ordem para desta forma criar junto ao ambiente uma crítica bem humorada e, por vezes, colorida acerca das pretensões do artista norte americano sobre racismo e demais desigualdades sociais.

Em viagem ao Brasil em 2004 e posteriormente em 2009, Chip Thomas se confessa como um verdadeiro entusiasta da cultura brasileira, esta que exerceu forte influência em sua arte como um todo, dados todos as aspectos que a sociedade e cultura brasileiras possuem em consonância com algumas nações da África em relações a ritmos musicais, paradigmas vigentes e até mesmo desigualdades diversas.

Portfólio: chipthomasphotography.com

speakingloudandsayingnothing.blogspot.com

Portfólio: chipthomasphotography.com

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As Guerras dos Homens sob as Lentes de Robert Capa

Posted in FOTO ENSAIOS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 16/05/2011 by Bronx1985

Robert Capa, cujo nome verdadeiro era Endre Ernő Friedmann nasceu em Budapeste no dia 22 de Outubro de 1913, sendo encontrado morto em Thai-Binh, Vietnã, em 25 de Maio de 1954, foi um cidadão húngaro e um dos mais célebres fotógrafos de guerra, Capa cobriu os mais importantes conflitos da primeira metade do século XX: a Guerra Civil Espanhola, a Segunda Guerra Sino-Japonesa, a Segunda Guerra Mundial na Europa (em Londres, na Itália, a Batalha da Normandia em Omaha Beach, e a liberação de Paris), no Norte da África, a Guerra árabe-israelense de 1948 e a Primeira Guerra da Indochina.

Suas fotografias, muito mais do simples registros de guerras, tinham a capacidade ímpar de levar aos observadores muito mais do que se destinavam a representar, Capa se tornou famoso pelos sentimentos que suas fotos possuíam, o húngaro possuía um talento sem precedentes para a captura de emoções humanas em tempos de desgraça e mortes infindáveis.

Em Junho de 1944 participa no desembarque da Normandia, o Dia D. Depois da guerra, com David Seymour, Henri Cartier-Bresson e George Rodger, funda a Agência Magnun (constituída oficialmente em 1947). Nos primeiros tempos, ocupa-se na organização da estrutura, partindo em seguida para o “terreno”.

Capa morreu na Guerra da Indochina, em 25 de maio de 1954, ao pisar sobre uma mina terrestre. Seu corpo foi encontrado com as pernas dilaceradas. A câmera permanecia entre suas mãos.

Agência Magnun

Agência Magnun

A Vida, A Morte e As Fotografias de Kevin Carter

Posted in FOTO ENSAIOS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 11/05/2011 by Bronx1985

Kevin Carter, nascido em 13 de setembro de 1960, foi um premiado fotógrafo jornalístico da África do Sul, muito famoso por suas imagens fortes sempre de cunho jornalístico que retratavam em sua maioria as questões sócias do seu continente natal, assim como a desigualdade social, a má distribuição de renda, o preconceito e a séria questão da fome na África.

Sua foto mais conhecida e que chocou o mundo quando revelada em 1993, trata-se de uma imagem de uma menina nos adentros do continente africano que havia parado para descansar ao esforçar-se para chegar a um centro de alimentação, onde um abutre tinha aterrado próximo. Ele disse que esperou aproximadamente 20 minutos, esperando que o abutre abrisse suas asas. Não o fez. Carter tirou a fotografia e perseguiu o abutre para afastá-lo. Entretanto foi criticado por somente estar fotografando e não ajudando a pequena menina.
Em 2 de abril de 1994 Nancy Buirski, um editor estrangeiro de fotografias do New York Times, telefonou para Carter para informar que ele tinha ganho o mais cobiçado prêmio de fotografia. Carter foi condecorado com o Prêmio Pulitzer por Recurso Fotográfico em 23 de maio de 1994 na Universidade de Colúmbia em Nova Iorque.

Em 27 de julho de 1994 levou seu carro até um local da sua infância e suicidou-se utilizando uma mangueira para levar a fumaça do escape para dentro de seu carro. Ele morreu envenenado por monóxido de carbono aos 33 anos de idade, deixando do nos um portfólio não tão extenso quem questões de quantidade de fotografia, porém algumas tão notáveis quanto reflexivas até hoje para a humanidade como um todo.

Partes da nota de suicídio de Carter diziam:
“_Estou deprimido… Sem telefone… Sem dinheiro para o aluguel.. Sem dinheiro para ajudar as crianças… Sem dinheiro para as dívidas… Dinheiro!!!… Sou perseguido pela viva lembrança de assassinatos, cadáveres, raiva e dor… Pelas crianças feridas ou famintas… Pelos homens malucos com o dedo no gatilho, muitas vezes policiais, carrascos… Se eu tiver sorte, vou me juntar ao Ken…”

O contextualizado fotografismo de Pieter Hugo

Posted in FOTO ENSAIOS with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 28/04/2010 by Bronx1985

Nascido, criado e com permanente residência na Cidade do Cabo, África do Sul, Pieter Hugo é marcado pelo alto teor chocante e desconstrutivista das suas fotografias, que remetem-nos, dentre algumas outras perspectivas, a sensações de dor, vingança, crueldade e sentimento de injustiça.

Inseridas em um contexto de constantes guerras civis e tremenda desigualdade social, as fotografias de Hugo contemplam um panorama de críticas à alta sociedade sul-africana, que perjura em manter um sistema que escancaradamente privilegia uma minoria capitalista e ostentadora do seu cruel modo de viver.

Porém, e mais do que isto, Hugo e seu fotografismo são amplamente difundidos pelo notório talento na concepção de idéias carregadas de inovadorismo e multipluralidade de interpretações junto aos observadores, dados os excelentes ângulos de captação de imagens e outras manipulações de variáveis que Hugo, de forma espetacular, apresenta as mais famosas e diversas galerias de arte e fotografia pelo continente africano e europeu.

Portfólio: pieterhugo.com

Portfólio: pieterhugo.com

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O e-lixão imoral em Gana e vizinhos

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O subúrbio de Agbogbloshie na capital de Gana, Acra, nos últimos anos tornou-se uma lixeira a céu aberto para os computadores e os resíduos eletrônicos da Europa e os E.U.A.

Centenas de toneladas de sucatas eletrônicas são despejadas em Gana todos os meses, em uma tentativa ocidental dos países considerados desenvolvidos em descarregar seus estoques cada vez maiores de lixo tóxico. São de 20 a 50 milhões de toneladas de produtos eletrônicos descartados a cada ano, onde 70% destes irão acabar em países pobres, e só na União Européia, 6,6 milhões de latas de lixo eletrônico simplesmente desaparecem a cada ano e seus destinos não são revelados ou permanecem como “indefinidos”.

Cada vez mais este e-lixo é encontrado à sua maneira na África Ocidental, em países como Gana, Nigéria e Costa do Marfim. Os comerciantes simplesmente ignoraram as leis internacionais, rotulando o equipamento de bens de segunda mão ou de doações de caridade, mas, na realidade, mais de 80% dos computadores enviados para o Gana estão quebrados ou obsoletos.

Seu lugar de “descanso final” é Agbogbloshie, despejo onde eles são quebrados, principalmente pelas crianças, para salvar o cobre presente nas placas, os discos rígidos e outros componentes que podem ser vendidos.

A alienação de bens eletrônicos no Ocidente é um assunto caro e deve ser feito de uma forma ambientalmente responsável, no entanto, em lugares como o Gana, não há existem tais regulamentações, o que acarreta o desenfreado despejo destes materiais tóxicos, tais como chumbo berílio, causando danos incalculáveis a saúde humana e ao meio ambiente.

Mais sobre os e-lixões africanos em:

RevistaPlaneta.com.brRNW.nlArede.inf.br G1.com

Mais sobre os e-lixões africanos em:

RevistaPlaneta.com.brRNW.nlArede.inf.br G1.com