O minimalismo superlativo das instalações de Do Ho Suh

Sul coreano proveniente de Seoul, formado em Artes e Pintura Oriental pela Seoul National University, Do Ho Suh é responsável por uma série de instalações tão expansivas em representatividade quanto minimalistas por essência.

 Através do uso inteligente dos mais diferentes tipos de materiais, como plásticos moldados, perfilações de metais, madeira e compensados, dentre outros, Ho Suh dá forma as mais inusitadas e contemporâneas peças de arte, estas que chamam a atenção dos visitantes pelas suas complexas intenções, seus relativos objetivos indiretos e, mais que tudo, pela múltipla capacidade de interpretações que as mesmas são inseridas, tudo em um contexto mutável e predominado por mensagens indiretas.

Outra característica tão marcante quanto peculiar às instalações de Ho Suh é a sua aguçada sensibilidade para com a escala métrica das partes e peças das suas obras, que por vezes são compostas de pequeninas e delicadas peças figurativas e por outras vezes são exageradas em proporções e magnitude, tudo em perfeita harmonia, de modo a se completarem e darem todo o sentido conceitual que suas obras predispõem-se à.

Portfólio: lehmannmaupin.com/do-ho-suh

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5 Respostas to “O minimalismo superlativo das instalações de Do Ho Suh”

  1. […] deixe de ler também os posts do Bronx no Espaço Imoral: O Mix das ilustrações de Dmitry Ligay O minimalismo superlativo das instalações de Do Ho Suh -21.870153 […]

  2. E S P E T A C U L A R .

    Não tenho outro comentário. São peças de um simbolismo tão forte, e tão geniais em sua simplicidade, que não tem muito o que dizer além de

    E S P E T A C U L A R !

    • oie Dri,

      super representativas as obras do cara, interessantes em intenção e super complexas na capacidade de nos despertar o sentimento de curiosidade e talz…
      como por você dito, simbolismo forte, super atrelado à questão proposta pelo rapaz..

      bjus

  3. Dani Sans Says:

    Coloridos e em pequenos grandiosos detalhes, me identifiquei de certa forma com o Sul Coreano, gosto de fazer este tipo de trabalho com ligação do “pequeno que se torna grande”, sabe. Sem contar o uso de materiais, já usei compensado e plásticos, mas ultimamente prefiro os papéis. De preferência, sempre reciclados.
    Como foi dito e observado realmente ele não deixa a desejar em termos de exageros, se é que se pode chamar assim, o tamanho dessas obras. Não seriam tão admiráveis se não fossem gigantes saídas de pequenos pedaços, pequenas peças, o que torna o trabalho dele ainda mais belo e com detalhes incrivelmente bem calculados.

    Ok, Man.

    Bjinhos!

    • oi Dani,

      me identifiquei com as suas palavras “detalhes incrivelmente calculados”, acho que tal observação diz e muito sobre as obras do cara, simplesmente sho de bola!

      bjus carinhosos,
      Bronx (!)

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