As ilustrações ímpares de Christina Tsevis

De traços singulares e cores meticulosamente entrelaçadas em mensagens diretas e subliminares, as ilustrações da grega Christina Tsevis se destacam pelos contornos e diretrizes estabelecidos pela artista.

Em um ambiente artístico muitas vezes dominado pelo sexo masculino, as ilustrações de Tsevis chamam a atenção dos observadores pela presente e marcante conotação de traços pertinentemente femininos, sendo os mesmos sinuosos por essência e de características singelas em apresentação e representação.

Altamente conceituada em seu país natal e também super popular dentre o mundo da arte moderna contemporânea européia, a grega Christina Tsevis possui um incontestável talento ímpar para o desenho e ilustração como um todo, capaz de despertar em nós os mais intrínsecos e relativos sentimentos.

Portfólio: dripbook.com/crosti

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7 Respostas to “As ilustrações ímpares de Christina Tsevis”

  1. Thank you so much for posting my work and for your beautiful text.
    It’s a real honor.
    I wish Google Translate did a better job, but I got the point I think 🙂

    Thanks to everyone who left a comment as well.
    Greetings from Greece 🙂

    Christina

    • Hi trere Christina,

      the honor is all mine to fill in my blog with suck an expressive sort of art as yours…
      allow me to invite you to check out some wonderful others illustrators i have already posted, ok?!
      you may find yourself looking at some interesting masterpieces….. LOL

      Abrx Bronx

  2. Lindas! Gosto muito desse estilo de sobreposição de imagens que dá esse efeito, quase como se fosse uma decupagem. Nem acho o traço dela tão espetacular assim, mas o efeito final é sensível e rico em significado.

    • acho que é esta sobreposição de imagens que dá este aspecto super complexo das suas ilustrações, talvez se me pedissem pra nomear a mais marcante e enriquecedora característa da obra da artista, eu delinearia algo em torno desta sobreposição, porém também me agrada e muito o traço em si das obras, acho os mesmo super bem riscados (existe uma harmonia entre eles)……
      agora sobre esta questão das obras não serem assim tão espetaculares, respeito e em muito sua opinião, gosto é gosto!!!

      Abrx fortes,
      Bronx (!)

      • Não… a obra é espetacular, o traço é que não achei assim tão… sei lá, de tirar o fôlego. Alias, isso é o que torna a coisa ainda mais interessante. Eu sei que é uma questão de gosto, e que outras pessoas podem achar o traço em si já genial, mas o que me passa é uma pessoa talentosa sim, mas isoladamente o traço não tem nada de mais, entretanto, quando compõe a obra, o conceito, a delicadeza, essa sobreposição que dá essa sensação de decupagem, torna o trabalho único, cheio de significados ocultos, simbologias, etc etc….
        Então, a tal da coisa interessante é que uma obra não é só o traço, não é só o tal do talento de conseguir desenhar alguma coisa (e quem sou eu pra falar algo… mal desenho um bonequinho estilo palitinho!) mas a criatividade e a capacidade de ir além do próprio traço e compor obras únicas. Por exemplo, o tal do Ben que faz a sobreposição de foto + lápis: tem alguns exemplos na galeria dele que se vê que o cara sabe desenhar pra burro, mas se você for analisar o traço, é um desenho técnico, previsível, e em algumas composições se você tirar a foto, o desenho que ele usa é super simples, linear, sem muita dificuldade inerente (pra quem sabe desenhar, é claro!), mas quando ele compõe com a foto, faz uma coisa que é única, inusitada, significativa, impressionante… eu nunca teria favoritado o post (e colocado a galeria dele nos meus favoritos) se fosse só pelo traço dele: mas o conjunto da obra é genial. E o da Christina Tsevis tb!

        Desculpa o tratado…. é que achei realmente interessante o fato do traço em si eu não ter achado nada demais, mas o resultado ser espetacular e sensível. 🙂

        • hahahahahaha deixei este por último pra responder, porém ainda estou com a cabeça no seu post do ESPAÇO IMORAL (show de bola Dri) hahahahahaha

          batata!!, sozinhos, os desenhos de Ben Heine, não passam de meros rabiscos feitos por uma criança com algum talento em desenvolvimento para traços e tudo mais, assim como as ilustrações de Christina Tsevis nãa passam de ordinários traços de uma imaginação fértil de um qualquer, porém ao atrelarmos os desenhos à proposta e fusão das outras características presentes às obras, acabam por revelarem-se verdadeiras peças singulares em contextualização e até mesmo intenção, entendo perfeitamente o que você menciona no commet e concordo com tais palavras…

          hahahaha que barato que é a arte, algo tão comum quando misturado à algo inusitado, vira uma obra prima, não acha?!?!!? adooro muito tudo isso.

          Bronx (…)

          • É toda a história de arte ser brincar com os signos … Então o talento conta, mas a tal da criatividade e o ter algo interessante a dizer conta muito mais. 🙂 Ou de repente somos nós que temos algo interessante pra ouvir. 😛

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